Archive for março \06\UTC 2008

Praias João Pessoa

março 6, 2008

Tambaú – Uma das mais badaladas da Paraíba, toda orla marítima é bem servida de excelentes restaurantes e bares onde durante a caminhada haverá sempre por perto um ponto onde tomar aquela água de coco bem gelada. Como Tambaú esta a poucos quilômetros do centro de João Pessoa, não deixe de passear pela cidade e visitar os vários pontos históricos. Uma dica imperdível é passear de trem do centro de João Pessoa até Cabedelo, vale conferir !

Manaíra – Praia urbana, rasa, com recifes,ondas fracas, areia fina e batida. Apresenta coqueiros, quiosques e quadra de esportes.

Bessa – Praia com extenão de 6 km, com areia escura e batida, águas calmas e coqueiros. Nela se encontra o Iate Clube da Paraíba e o Aeroclube de João Pessoa.

Cabo Branco – Praia urbana com recifes, coqueiros e falésias que poodem chegar aos 40 metros. Suas águas são calmas e sua areia é fina e batida.

Praia do Seixas – Praia com águas calmas e azuis, vegetação rasteira, areia fina e batida e casas de veraneio. Nela se encontra a ponta que é o extremo oriental da América do Sul.

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Turismo Cultural

março 6, 2008

Conjunto Arquitetônico de São Francisco – Formado pelo Convento de Santo Antônio e pela Igreja de São Francisco, situados na parte alta da cidade, concluídos em 1770. A obra causa impacto pela sua grandiosidade e pela beleza do acabamento, que inclui talhas em madeira recobertas de ouro e ricas cantarias em pedra com motivos portugueses e orientais.

Farol do Cabo Branco – Um dos únicos em formato triangular, fica em cima de uma falésia com muita vegetação preservada.

Fortaleza de Santa Catarina – Monumento histórico de grande valor e um marco da resistência paraibana contra as invasões dos franceses e holandeses nos tempos coloniais. Seus canhões apontados para o mar são sentinelas de um passado glorioso que o presente ajuda a preservar.
Local: Região Metropolitana, a 18 km do centro.

Ponta do Seixas – Ponto Extremo Oriental das Américas, um dos marcos geográficos mais importantes do Brasil e do mundo.

Praça João Pessoa – Abriga o Palácio da Justiça, a Faculdade de Direito, a Assembléia Legislativa e o Palácio da Redenção, este, de 1586, atual sede do governo estadual, abriga o mausoléu e as cinzas de João Pessoa.
Informações: 3216-8051.

Theatro Santa Roza – Construído em 1889, é uma das casas de espetáculo mais antigas do Brasil.
Local: Praça Pedro Américo – Tel.: 3218-4384.
Funcionamento: De 2ª a 6ª, das 14h às 18h.

Várzea do Rio Paraíba – Abriga diversas capelas e ruínas de fortes coloniais.
Local: Cidade de Santa Rita.

João Pessoa

março 6, 2008

Belas praias numa capital com clima de cidade do interior

Cenários quase selvagens, verdadeiros refúgios pouco explorados. João Pessoa é uma cidade com clima de vida do interior devido ao gabarito baixo dos prédios de sua orla. É a 3ª capital mais antiga do país e a 2ª mais arborizada do mundo.

É onde o sol nasce primeiro. Isto porque lá fica a Ponta do Seixas, o ponto extremo leste do continente americano. Talvez seja por isso que o sol, para agradecer por acordar num lugar de tanta beleza, nos presenteia com sua presença 300 dias por ano e ofereçe espetáculos únicos, ao entardecer, quando se esconde numa explosão de tons avermelhados.

A cidade se debruça sobre 2 baías contíguas separadas pela bonita obra de arquitetura do Hotel Tropical Tambaú. Praias para um lado, praias para o outro lado. São 23km. de areias brancas, coqueiros, falésias, rios, formações rochosas e mata Atlântica.

As praias mais freqüentadas são Tambaú, Manaíra, Cabo Branco, Sol, Seixas e Bessa. Em todas elas encontramos restaurantes, barraquinhas, bares, pousadas e hotéis. O mar sempre transparente, manso e morno, nos convida ao mergulho onde muitas vezes peixes diversos nadam a nosso lado. Em Tambaú, a praia principal da cidade, vale caminhar até o farol e Ponta do Seixas quando a maré estiver baixa. A cor marron-claro das areias e as falésias no farol de até 40m, seduzem. A noite, em Tambaú, é também onde acontecem os maiores agitos da cidade.

Terceira cidade mais antiga do Brasil, João Pessoa possui uma história de mais de 400 anos bem guardada nos seus monumentos e preservada no verde, que é uma de suas características mais fortes e que lhe rendeu o título de segunda cidade mais arborizada do mundo, atrás, apenas, de Paris.

A cidade, que nasceu às margens do Rio Sanhauá, cresceu em direção ao mar e é o ponto mais próximo do continente africano. As belas praias também são uma marca da capital, dona de um litoral privilegiado, com cerca de 30 quilômetros de praias, todas belas, limpas e quase intocadas.

João Pessoa abriga ainda a maior reserva de mata atlântica em área urbana do país, a Mata do Buraquinho, com 515 hectares de área verde e por estar situada no Ponto Extremo Oriental das Américas, é a terra que recebe os primeiros raios solares em todo continente americano.

Dados Gerais:

* População: 649.410 hab.
* Clima: Quente e úmido
* Temperatura média anual: 29ºC
* Fundação: 05 de agosto de 1585
* DDD: 83

O que é legal em João Pessoa…

Ver o Por do sol em Jacaré – A praia fluvial do Jacaré é o ponto de encontro dos românticos. O por do sol é deslumbrante. Diversos bares sempre voltados para o poente nos servem de camarotes para assistirmos o adormecer do astro-rei. Acordes do Bolero de Ravel, vindos de todos os lados nos deixam mais inebriados ainda com o espetáculo.

Ir ao encontro aos corais de Picãozinho – A apenas 10 minutos da praia de Tambaú e a 2km da costa é um passeio legal. Trata-se de um arrecife de corais, pedras e milhares de peixinhos coloridos.

Descansar no Parque Arruda Câmara (“Bica”) – É um verdadeiro bosque no centro da cidade. Ideal para quem quer sair um pouco do agito das praias, descansar a pele do sol, se reidratar com a água mineral da fonte natural. Respirar o ar puro da mata. Legal ir até lá.

Passear pela “Cidade Velha” – João Pessoa nasceu às margens do rio Sanhairá e seguiu em direção ao mar. Lá ficam a Cidade Velha e o Sítio Histórico. A arte barroca e influência dos franciscanos se faz presente nos prédios, casario, igrejas.

Ver as belezas de Areia Vermelha – Localizada em frente a praia de Camboinha é uma pequena ilha à 1,5 km. da costa. Só aparece com a maré baixa (5 horas de duração). Suas areias avermelhadas, inúmeras piscinas naturais, peixes e corais ao alcance das mãos tornam o lugar paradisíaco. Barcos de todos os tipos “atolam” na areia e servem de bar ou restaurantes. Jet-skis, windsurf, lanchas, veleiros… é uma festa.

Todos com o mesmo objetivo: aproveitar as águas mornas e transparentes e um sol brilhante que nos enche de alegria e cor. No Carnaval transforma-se num grande palco. Milhares de pessoas em seus barcos se reúnem numa animação alucinante até a “ilha”. Ir embora sendo levado pelas marés para no outro dia começar tudo de novo.

Visitar Tambaba – (48 kms.) Praia de naturismo conhecida internacionalmente. Beleza intocada. Lugar ideal para se praticar o naturismo. É um santuário ecológico onde tudo é preservado inclusive a intimidade de cada um. Cercada de montanhas onde a natureza esculpiu formas exuberantes.

Chegar até Tambaba já é um passeio especial pois “obrigatoriamente” temos que passar pela cidade do Conde, onde plantações e paisagens deslumbrantes nos abrem o caminho. Uma infa-estrutura organizada e regras pré-estabelecidas além de vigilância discreta permite total segurança aos naturistas.

Mas Tambaba não é só para os naturistas. Os “acanhados” podem ficar na primeira enseada da praia onde tirar a roupa não é obrigatório. Experimente a sensação de entrega total à natureza.

Gastronomia – Onde e o que comer…


A gastronomia é exuberante e variada. Encontramos pratos típicos em quase todo lugar. Para termos uma “visão geral” o ideal é ir até o restaurante Mangai: são 50 pratos típicos nordestinos e a quilo. Para os mais sofisticados o Sagaranc é ideal. Prove as carnes com um toque nordestino com molhos de acerola, manga, café, maracujá, coco ou tamarindo; são incríveis. O Gulliver, em Tambaú, é outra boa opção para jantares mais sofisticados. À beira mar, a variedade de bares e restaurantes é infinita. A noite, tem música ao vivo desde o rock até o animadíssimo forró na avenidas Cabo Branco e Almirante Tamandaré. É uma diversão só. Para dançar experimente a Fashion Club, no MAG Shopping ou a Acrópolis, em frente ao Hotel Tambaú. Em noites de lua cheia, há festas e luais em Picãozinho.

Telefones úteis:

Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto: 3232-1200
Disque Turismo: 0800-281-9229
Estação Ferroviária: 3241-4240
Hospital Samaritano (particular): 3218-2100
Secretaria Executiva de Turismo: 3218-9852
Terminal Rodoviário Severino Camêlo: 3221-9611

Distâncias:

* Recife: 125 km
* Natal: 180 km
* Aracaju: 611 km
* Fortaleza: 688 km
* Salvador: 944 km
* Belo Horizonte: 2.171 km
* Brasília: 2.338
* Rio de Janeiro: 2.448 km
* São Paulo: 2.770

Festas Populares:

Fevereiro

* Carnaval
* Folia de Rua

Março
Encenação dos Mistérios da Paixão de Cristo

Junho
São João (Concurso regional de quadrilhas juninas)

Agosto
* Aniversário da Cidade – 05
* Festa da Padroeira Nossa Senhora das Neves

Novembro
Salão Municipal de Artes Plásticas

Paraiba – Dados Gerais

março 6, 2008

O Estado da Paraíba ocupa o 5º lugar entre os Estados nordestinos mais populosos, segundo o IBGE. Estrategicamente é o Estado mais central do Nordeste. O artesanato paraibano possui vários tipos de atividades. São rendas e bordados, trabalhos em couro, madeira, papel, artesanato em estopa e tecido, cerâmica, cestaria entre outros.

Dados Gerais:

* Capital: João Pessoa
* Localização: Leste da Região Nordeste
* Limites: Rio Grande do Norte (N), Oceano Atlântico (L), Pernambuco (S) e Ceará (O)
* Área: 56.439 km²
* População: 3.595.886 hab. (IBGE/2005)
* Altitude: Entre 300 e 900 metros de altitude
* Municípios: 223
* Cidades mais importantes: João Pessoa, Campina Grande, Santa Rita, Patos, Souza, Cajazeiras e Cabedelo
* Principais rios: Paraíba, Piranhas, Taperoá, Mamanguape, Curimataú, Peixes e Sanhauá
* Clima: Tropical e semi-árido no interior
* Economia: Agricultura, Indústria, Pecuária e Turismo
* DDD: 83

Eco Turismo

março 6, 2008

Sítios Arqueológicos – No Rio Grande do Norte foram descobertos enterramentos humanos de 10 mil anos nas regiões do Seridó, Meio Oeste e Alto Oeste potiguar. Essas datas indicam-nos que esses homens pré-históricos conheceram mamíferos de grande tamanho, hoje extintos, que viveram no interior do Nordeste nas mesmas épocas. O tigre dente-de-sabre, o mastodonte, parecido com o elefante, várias espécies de preguiças e tatus gigantes, somente desapareceram por volta de 10 mil anos. No sertão do Nordeste do Brasil, desenvolveu-se uma arte rupestre pré-histórica das mais ricas e expressivas do mundo, demonstrando a capacidade de adaptação de numerosos grupos humanos. Os mitos e cerimoniais representados significam o imaginário das mais profundas e antigas raízes nordestinas.

Pólos de Eco-turismo

* Pólo Litoral Sul – Sibaúma, Pipa, Tibau do Sul, Nísia Floresta. Acesso por estrada asfaltada (BR-101), distando em média 80 km de Natal.

Pólo Litoral Norte:

* Parrachos de Maracajaú – Acesso por estrada asfaltada (60 km de Natal pela BR-101), continuando por estrada de terra (+ 15 km) e 5km por barco, mar adentro.
* Parrachos de Rio do Fogo – Acesso por estrada asfaltada (60 km de Natal pela BR-101), continuando por estrada de terra (+ 25 km) e 5 km por barco, mar adentro.

Pólo Serras do Sul:

* Passa e Fica, Serra de São Bento e Monte das Gameleiras (esse Pólo se estenderia para o vizinho Estado da Paraíba) – Acesso pela BR-101 até Goianinha (65 km), e daí até Passa e Fica pelas RN-003 e 093 (+60km).
* Serra do Tapuia – Acesso pela BR-226 até Tangará (100 km), daí por Sítio Novo pela RN-093 (20km) e, finalmente, por estrada de terra até a comunidade de Serra do Tapuia (8 km).

Pólo Serra Branca:

* São Rafael – Acesso pela BR-304 (200 km), a seguir pela RN-118 (20 km) e finalmente 8 km por estrada de terra.

Pólo Seridó – Esse Pólo se estenderia para o vizinho Estado da Paraíba. Acesso pelas BR-226 / 427. Fica a 230 km de Natal.

Pólo Chapada do Apodi:
Lajedo de Soledade – Acesso pela BR-304 até Assu (200 km), e daí pelas RN-233 / 117 e BR-405 até Apodi (+155 km). Finalmente, 6 km de estrada de terra até a comunidade de Lajedo de Soledade. O Lajedo de Soledade constitui uma das maiores exposições de rocha calcária do estado. Nela encontram-se 56 abrigos sob rocha, contendo um impressionante conjunto de pinturas pré-históricas da tradição agreste e muitas gravuras de raro estilo. Em meio a ravinas e cavernas, entre elas a do Roncador – a maior do RN. Fósseis de animais da mega fauna também são muito comuns. Um pequeno, mas bem montado museu, foi com apoio da Petrobrás. O local recebe cerca de sete mil visitantes por ano, constituindo-se num dos principais atrativos eco-culturais do RN. Entretanto, o excesso de visitantes ameaça a preservação das gravuras e pinturas, já que o local não dispõe de infra-estrutura adequada para tal.

Folclore – RN

março 6, 2008

O Folclore do Rio Grande do Norte, bastante rico, conta com vários Autos e Manifestações Populares.

Os principais Autos do Estado são os seguintes:

Boi de Reis – É o tradicional Bumba Boi. Joaquim Augusto da Silva, conhecido como Joaquim Basileu, é o Mestre, Amo do Boi de Reis de Natal. Natural de Monte Alegre, descendente de uma família que sempre brincou “Os Reis”. Aos quatorze anos era galante e aos vinte, “Mestre de Reis”. A primeira apresentação do ano é realizada diante de uma igreja para que todos os brincantes sejam abençoados por Deus. A seguir, apresentam-se em palanques ou residências, quando são chamados.

Boi Calemba – Pertence ao ciclo natalino. Folguedo de praia e sertão, com auditórios certos, entusiásticos e fiéis. Não há modelo fixo para o Auto.

Fandango – A grande influência Portuguesa pode ser sentida nos passos das danças e expressões contidas nas Jornadas. O enredo desse evento grita em torno de um navio perdido no mar por 7 anos e um dia, correndo a tripulação perigo de incêndio, calmaria e tempestade.

Congos – Auto de inspiração africana, conta uma luta entre dois soberanos negros: a rainha Ginga e o rei Henrique Cariongo.

Lapinha e Pastoril – A lapinha ou presépio, dança religiosa, existe no Brasil desde o início da colonização. O elenco é formado por mocinhas que entoam jornadas das mais diversas procedências, em louvor ao Messias. O pastoril, seu primo profano, veio muito depois, no século passado. Cantos, louvações, lôas, entoadas diante do presépio na noite de Natal, aguardando-se a Missa do Galo. O repertório é um misto de cantos religiosos e profanos. Esse Auto simboliza o nascimento de Jesus. Os autos citados eram representados outrora durante as festas do fim do ano e começo do Ano-Novo.

Caboclinhos – Representados durante os dias de carnaval, com os integrantes fantasiados de índios estilizados e que já teve outrora seu núcleo dramático, com a morte e ressurreição do filho do cacique.

As principais danças folclóricas potiguares são as seguintes:

Araruna – O Araruna, Sociedade de Danças Antigas e Semidesaparecidas, existe em Natal, desde 1956, e representa um repertório coreográfico de danças folclóricas ou folclorizadas.

Coco, Bambelô, Maneiro-Pau – São danças de roda em que não há qualquer enredo dramatizado, das quais o publico pode participar, já que não é exigida uma indumentária padronizada, ao contrário dos autos. O coco-de-roda e o coco de zambê, o bambelô, ainda hoje existe em algumas praias. O maneiro-pau é característico da região serrana do alto oeste do Rio Grande do Norte.

Bandeirinhas e Capelinha-de-Melão – Danças características do ciclo junino. As pastoras cantam jornadas em louvor a São João Batista.

Espontão – Dança característica da festa dos negros, na região do Seridó, durante a coroação de reis e rainhas, na Festa de Nossa Senhora do Rosário, em Caicó, Parelhas e Jardim do Seridó. É privativa dos homens e se assemelha a um bailado guerreiro.

Bambelô – Samba, côco de roda, danças em círculo cantadas e acompanhadas de instrumentos de percussão (batuque), fazendo os bailarinos, no máximo de 02, figurarem no centro da roda.

Praias – Natal

março 6, 2008

Pipa – Foi apontada por Veja como um dos dez lugares paradisíacos do litoral brasileiro. Lá todo mundo se diverte. Desde casais apaixonados até crianças em férias. Pertence a Tibau do Sul e reúne desde recantos de natureza preservada com campings, pousadas charmosas, á hotéis e restaurantes sofisticados.
É possível observar golfinhos á beira mar, tartarugas desovando na areia, fazer trilhas pela Mata Atlântica e á noite escolher uma das centenas de opções da culinária local ou estrangeira.

Genipabu é a praia mais famosa do litoral norte e fica a 30 Km da capital. Suas dunas brancas ficaram nacionalmente conhecidas depois que viraram cenário de novelas da Globo como Tieta e O Clone.
É considerada uma das mais belas praias brasileiras. Para explorar a região nada melhor do que contratar um bugueiro experiente que o levará a um passeio “com emoção” ou “sem emoção” pelos imensos “tobogãs de areia”.

A praia de Jacumã, a 33 km de Natal, fica numa enseada com arrecifes, deixando suas ondas fracas. Boa para banho.
As dunas e sua lagoa, com os famosos “aerobunda” e “skybunda” são as maiores atrações de Jacumã.
Cabos aéreos sobre a lagoa resultam no “aerobunda”, onde a pessoa cai literalmente de “poupança” na água, daí o sugestivo nome.

Pirangi é tão bom que são duas. Tem a do Norte e da Sul e ficam a 32 quilômetros do Centro de Natal.
Freqáentadas quase sempre por veranistas, é lá que o carnaval de rua potiguar ainda resiste com a Banda do Cajueiro e seus frevinhos de bloco.

Galinhos é um dos municípios mais remotos do Estado. Fica a 160 quilômetros de Natal. Era tação difícil chegar lá, que nos anos setenta a energia era eólica devido a dificuldade de se levar os postes da companhia elétrica até a cidade.
É uma península onde só chegam bugues ou carros 4×4, pois fica isolado pelo rio e pelas dunas móveis.Os automóveis chegam até o outro lado do rio pela BR-408. Depois toma-se um barco para chegar ao local.

Baía Formosa é o paraíso dos surfistas e ecoturistas. Ainda com ares de vila de pescadores, reúne a virgindade de suas praias de barcos de pesca com uma pequena estrutura turística.
Em alguns pontos mais altos pode-se observar falésias, arrecifes e faixas extensas de areia branca. Uma das vistas mais bonitas é a Baía que dá nome ao lugar.

Natal – RN

março 6, 2008

Natal, a capital do Rio Grande do Norte, na esquina do mapa do Brasil, é uma cidade privilegiada pela suas belezas naturais. Lindas praias, dunas, lagoas e coqueirais emolduram a Cidade do Sol, que a cada dia recebe mais turistas de todo o Brasil e do exterior. Para quem não sabe, Natal também é conhecida como a Cidade do Sol porque o astro rei brilha mais aqui durante o ano todo.

A capital potiguar tem cerca de 300 dias de sol durante o ano. O período de chuvas no Rio Grande do Norte vai de março a junho, mas a temperatura fica entre 22 e 28 graus.

Com cerca de 750 mil habitantes, Natal possui o ar mais puro da América do Sul, segundo levantamento da Nasa, agência espacial norte-americana, realizado em parceria com o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Especiais). Esta qualidade no ar é justificada pela sua posição geográfica privilegiada. A cidade está situada literalmente na “Esquina do Continente”, onde uma brisa constante e agradável vem do oceano para refrescar a cidade, cuja temperatura média anual é de 26,4 graus.

Além do melhor ar para se respirar, Natal ainda é uma cidade tranqüila, onde seus moradores cultivam alguns hábitos do interior, como o de bater papo sentados em cadeiras colocadas na calçada, em noites de muito calor. Esta cena é muito comum no bairro do Alecrim, o mais popular da cidade, que também possui um efervescente comércio, com destaque para a tradicional Feira do Alecrim, realizada aos sábados.


A origem da cidade:
A Fortaleza dos Reis Magos, no encontro das águas do mar e do rio Potengi, cuja construção se iniciou em 6 de janeiro de 1598, dia consagrado aos Santos Reis, é o marco do início da formação do núcleo populacional de Natal.

O historiador e folclorista Luís da Câmara Cascudo, filho dessa terra, escreveu em seus livros sobre a história da cidade que a origem do nome Natal pode estar ligado a dois fatos históricos: um deles relacionado ao dia que a esquadra de Mascarenhas Homem adentrou na barra do Potengi, no dia 25 de dezembro de 1597; e o outro, teria ligação a uma missa celebrada em 25 de dezembro de 1599.

As principais festas:

As principais festas religiosas da cidade são de Reis Magos (6 de janeiro), São Pedro (29 de junho) e Nossa Senhora da Apresentação (21 de novembro).

Mas é o Carnatal, um carnaval fora de época que acontece no início de dezembro, abrindo a temporada de verão na cidade, que mais agita a capital do Rio Grande do Norte. Hoje, o Carnatal é um dos maiores carnavais fora de época do país. Trios elétricos, bandas e cantores baianos invadem Natal, numa festa que reúne turistas e natalenses, durante quatro dias.

As praias urbanas:

Na orla urbana, as praias de Ponta Negra, Via Costeira e dos Artistas são as mais procuradas para banho. A praia da Redinha, situado no outro lado do rio Potengi, já foi local de veraneio de classe média natalense. Hoje, está um pouco esquecida e é apenas passagem para as outras praias do litoral Norte, como Genipabu. para quem transita pela balsa entre o bairro de Cristo Rei e a praia da Redinha. Nesta praia, o tradicional é parar o buggy ou o carro no velho mercado público e degustar uma ginga com tapioca. A ginca é um pequeno peixe frito no óleo de dendê ou comum servido num palito, colocado dentro da tapioca, uma iguaria regional feita à base de goma de mandioca e coco.

Ainda em Natal, alguns passeios podem ser bem interessantes, como uma visita ao Forte dos Reis Magos, a antiga Catedral, aos Museu e Memorial Câmara Cascudo, além do bairro da Ribeira, com seus casarões antigos e o teatro Alberto Maranhão.

Para quem gosta de levar lembranças da cidade, uma visita ao Centro de Turismo, no bairro Petrópoles, e ao Centro de Artesanato, da praia dos Artistas, pode resultar em boas compras. Situado num bonito prédio estilo colonial, onde já funcionou uma antiga cadeia pública, o centro de Turismo possui inúmeras lojinhas que vendem artesanato potiguar e nordestino.

Tem também a Galeria de Arte Antiga e Contemporânea, que reúne obras de artistas potiguares, com destaque para pinturas, esculturas e obras de joalheria. E no final das compras, experimente os bolinhos de macaxeira com camarão, queijo ou carne de sol da dona Lúcia ou dona Chica, que se revezam diariamente nessa arte de preparar essas iguarias. Ou ainda deguste um pastel com recheio de caju. No Centro de Artesanato da praia do Artistas 80 lojas oferecem de tudo, desde camisetas até pedras preciosas.

Nas noites de quinta-feira, no pátio do Centro de Turismo, acontece o mais tradicional forró da cidade: o forró com turista tem 14 anos de tradição, reunindo muitos turistas e natalenses.


História Contemporânea:

Na história política do Brasil, Natal foi a única capital do país que em 1935 foi dominada pelos comunistas. Durante quatro dias, a capital potiguar esteve sob o comando do Comitê Popular Revolucionário, que chegou a publicar um jornal e a dirigir ao povo um manifesto.

Na época da 2º Guerra, a cidade teve uma participação especial no conflito, devido a sua posição geográfica privilegiada. É o ponto do Continente Americano mais próximo da África. Entre 1942 e até o final da guerra, Natal abrigou a maior base aérea dos Estados Unidos fora do seu território.

Com cerca de 55 mil habitantes, a Natal naquele período se transformou com a chegada dos soldados norte-americanos. O hábito de mascar chiclete e tomar Coca-Cola foram incorporados ao cotidiano da provinciana capital , que passou viver o clima da Segunda Guerra. À noite, para evitar ataques aéreos, a cidade ficava as escuras.

Depois desse breve histórico de Natal, queremos apenas convidar você a vir conhecer mais de perto essa pequena, charmosa e encantadora capital. Com um ótimo alto astral, a cidade despertar em todos os seus visitantes uma paixão instantânea. Muitos, depois, acabam vindo morar nessa cidade de sol, mar e de um povo hospitaleiro. Outros, deixam tantos amigos aqui que acabam voltando uma, duas, três, quatro… Enfim, muitos voltam infinitas vezes.

Rio Grande do Norte – Dados Gerais

março 6, 2008

Embora o maior litoral dentre os estados brasileiros seja o da Bahia, o Rio Grande do Norte é o com maior projeção para o Atlântico, já que se situa em uma região onde o litoral brasileiro faz um ângulo agudo, a chamada “esquina do Brasil”. Foi por esse motivo, que os americanos decidiram estabelecer uma base aérea no estado durante a Segunda Guerra Mundial. Tal base, de tão importante que foi para o sucesso no desembarque na Normândia, foi apelidada na época de “Trampolim da Vitória”, devido ao grande “salto” que proporcionou para a frente aliada.

Dados Gerais:

* Capital: Natal
* Limites: Oceano Atlântico (N e L), Paraíba (S) e Ceará (O)
* Área: 52.796,791 km²
* População: 3.003.087 hab. (IBGE/2005)
* Cidades mais populosas: Natal, Mossoró, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Ceará-Mirim, Macaíba, Caicó e Jardim de Piranhas
* Clima: Tropical
* Economia: Extração mineral, Agricultura, Pecuária, Indústria e Turismo

Turismo Cultural

março 6, 2008

Biblioteca Pública Estadual – Construído entre 1844 e 1849, o prédio que hoje abriga a biblioteca, já foi residência do Barão de Jaraguá na época do Império. Considerado uma das mais importantes construções históricas do Estado por tratar-se de um exemplar da arquitetura civil do século. Tornou-se Monumento Histórico Estadual em 1985 e em 2005 completou 140 anos de Fundação. Abriga em suas prateleiras mais de 93 mil livros, com títulos como “Folclore de Alagoas”, de Theo Brandão e “A cultura do pescador em Alagoas”, de Nancy Melo, que promovem o conhecimento da herança cultural e o fortalecimento da identidade do Alagoas.
Local: Praça Dom Pedro II, 57, Centro – Tel.: 3315-1921.
Funcionamento: 2ª a 6ª, das 8h às 17h.

Centro de Belas Artes de Alagoas (Cenarte) – Espaço destinado para a prestação de serviços em artes, dança, música e teatro, como oficinas e cursos.

Fundação Teatro Deodoro
Local: Praça Marechal Deodoro, Centro – Tel.: 3326-5769.

Memorial Pontes de Miranda – Constituído de fotos e demais objetos que contam a história da vida e obra de Pontes de Miranda e da Justiça do Trabalho em Alagoas.
Local: Avenida da Paz, 2.076, 3º andar, Centro – Tel.: 3216-8122.

Museu da Imagem e do Som – Abriga em seu acervo fotos, discos de vinil, vídeos e equipamentos de áudio e vídeo que datam de 1930 até os dias atuais. Exibe exposições, lançamento, exibição de filmes, shows, concertos, palestras e seminários pautados pela Secretaria de Cultura ou pelos profissionais da área.
Local: Praça Dois Leões, 275, Jaraguá – Tel.: 3315-1925.
Funcionamento: 2ª a 6ª, das 8h às 14h.

Museu de Arte Brasileira – Reúne pinturas de artistas nacionais e algumas esculturas. O prédio faz parte do Conjunto Arquitetônico de Jaraguá, bairro de Alagoas tombado pelo Patrimônio Histórico do Estado. Oferece oficina de pintura.
Local: Praça Manoel Duarte, 77, Jaraguá – Tel.: 3231-1755.

Museu de História Natural da Ufal
Local: Rua Aristeu de Andrade, 452, Farol – Tel.: 3221-4298.

Museu do Esporte – Abriga fotografias, jornais, pôsteres, camisas, taças e medalhas que contam a história do esporte no Estado, no Brasil e no mundo.
Local: Av. Siqueira Campos, s/nº, Trapiche da Barra, Estádio Rei Pelé – Tel.: 3326-6329.

Museu do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas – Abriga acervo rico em telas de pintores famosos, documentos históricos, objetos e peças dos afro-brasileiros residentes na região no começo do século, além de utensílios indígenas. Destaque para as armas que pertenceram ao capitão Virgolino, o Lampião.
Local: Rua do Sol, 382, Centro – Tel.: 3223-7797.

Teatro Colégio Marista
Local: Av. Dom Antônio Brandão, 564, Farol – Tel.: 3223-2760.

Teatro de Arena Sérgio Cardoso
Local: Praça Marechal Deodoro, Centro – Tel.: 3326-5769.

Teatro de Bolso Lima Filho – Secult
Local: Rua Pedro Monteiro, 108 – Tel.: 3221-8886.

Teatro do Sesc – Jofre Soares
Local: Rua Barão de Alagoas, 229 – Tel.: 3326-3113.