Maceió

março 6, 2008

Mergulhando nas àguas esverdeadas de Maceió

Que tal ir à praias de areias brancas com águas tão verdes que chegam a doer os olhos e ainda ser recebido por um alagoano simpático e hospitaleiro que nos enche de mordomias como frutas da terra, água de coco, peixes fritos, caldinhos, tapiocas e batidas de frutas tropicais (algumas frutas até que nunca ouvimos falar)? Em Maceió, todo o dia pode ser assim.

Maceió parece que recebeu uma atenção especial da natureza: sol quase todos os dias, praias de todos os tipos e frutas tropicais incrivelmente coloridas que se misturam com os não menos coloridos peixes, caranguejos, siris e lagostas. Toda a orla, é enfeitada por coqueirais que contrastam com o azul-esverdeado transparente do mar. Quando chegamos, realmente nos sentimos como se estivéssemos sempre sendo homenageados pela natureza.

As praias são as maiores atrações

As praias centrais tem um ponto em comum: os calçadões. Lá podemos passear a qualquer hora do dia ou da noite nos sentindo totalmente seguros. Os calçadões ficam sempre floridos de gente alegre e dourada com muitos bares e quiosques, refinados ou nem tanto, que nos divertem e repõem as energias. Para matar a sede, nada melhor do que uma água de coco bem gelada.

Na praia de Jatiúca, o mar é meio agitado e colorido pelas pranchas dos surfistas, sua “linguagem” especial, música e cabelos loiros nas peles tostadas. O melhor é a temperatura da água: sempre quentinha. As outras praias do centro são Sete Coqueiros, Ponta Verde e Pajuçara, de onde saem os famosos passeios às piscina naturais.

Mergulhando nas Piscinas Naturais de Pajuçara

O ponto de partida é a praia de Pajuçara. Pegue a jangada e curta um mar maravilhoso ora azul, ora verde. No caminho não podemos imaginar como encontrar piscinas no meio de tanto mar. Quando se chega porém, não se tem vontade mais de voltar.

Parecem piscinas mesmo! Só lembramos que não estamos mesmo numa piscina, quando cardumes de peixinhos coloridos fazem acrobacias em nossos pés e olhando para os lados um mar imenso, de um verde muito especial, nos cerca. Os jangadeiros levam máscaras e snorkel para olhar os peixes mais de perto. Algumas jangadas se trasnformam em bares servindo drinks e batidas.

Explorando as praias ao redor de Maceió

Em direcão ao sul do estado, você encontra a Praia do Francês, protegida por recifes e lotada de bares um ao do lado do outro. Se você quer um lugar mais sossegado, essa não é sua praia. Parta então para a Ponta do Gunga. A praia fica no encontro do rio com o mar, situada numa fazenda repleta de coqueiros e é um dos cartões postais da região. O acesso é feito por barcos que saem de Barra de São Miguel. O trajeto demora cerca de 40 minutos. Se estiver de carro, outra opção é conseguir uma carteirinha que permite acesso pela fazenda com o carro. Alguns quiosques na Praia do Francês alugam por R$ 20,00 a tal da carteirinha. Sem ela, só de barco. Na praia, contrate um bugre e conheça às falésias selvagens de Lagoa Azeda.

Indo na direção norte, tem dois lugares bem interrantes. O primeiro é um passeio à Ilha de Croa, com acesso por balsa a partir de Barra de Santo Antonio. A Ilha abriga um resort, uma pequena vila e algumas casas de veranerio. Guias mirins fazem questão explicar tudinho em troca de um dinherinho. Conheça a bela praia de Carro Quebrado, cheia de falésias coloridas. Se preferir veja tudo do alto faça um vôo de ultra-leve, que pode ser alugado no resort, que aliás serve de ponto de apoio (bar, banheiros, restaurante…) mesmo que você não se hospede por lá. A região é territorio da família Farias, um dos irmãos de PC já foi até prefeito de Barra.

Indo ainda mais para o norte do estado, outra parada obrigatória é conhecer as Galés de Maragogi. As Galés são na verdade uma enorme piscina natural situada a 6km da costa. Imperdível!


As lagoas: Massaguera e Mundaú

Maceió é cercada de lagoas que podem ser exploradas através de passeios de escuna. Navegue entre ilhas, povoados ribeirinhos, marinas e casas luxuosas (daquales famosos marajás de alagoas). À Massaguera podemos ir também pela estrada. O lugar é lindo e a vista encanta. Não há quem resista. Mas não é um lugar só para admirar a natureza. O objetivo também é se esbaldar comendo peixada, caranguejada, maçunin, carapeba e camarões. Massaguera é um povoado que vive da pesca e que se tornou uma atração gastronômica em Maceió. Bar é o que não falta: são bares simples, comida feita na hora, peixes frescos, temperos especiais, ambiente descontraído e uma paisagem do rio e lagoa que por si só é suficiente para acharmos qualquer coisa maravilhosa.

Gastronomia em Maceió

Os frutos do mar dominam tanto nos restaurantes sofisticados como nos mais simples à beira das lagoas ou orla das praias. Para um jantar mais chique experimente o Salmone All’olio de olive e rúculas (salmão grelhado no forno combinado com azeite de oliva, tomates, batata rostie e rúculas) do restaurante Le Corbu (82/327-4326). Seguindo o mesmo estilo, tente ainda o moderno Windows. A melhor pedida no entanto é o Divina Gula. O restaurante, que funciona servindo almoço e à noite vira um bar movimentado de gente bonita, tem um ambiente super agradável no estilo rústico e uma cozinha muito boa. Para um pizza, experimente o Quiosque Carlitos situado na orla de Maceió.

.: Principais passeios com saida de Maceió:

City-tour

Passeio panorâmico percorrendo os principais pontos turísticos da cidade: o tradicional bairro de Jaraguá com seu patrimônio histórico e cultural, núcleo de importante desenvolvimento econômico, passando pelo Museu da Imagem e do Som, Associação Comercial de Maceió, Praça Marsílio Dias, ingressando ao centro da cidade pela Rua do imperador, Praça Visconde de
Sinimbu , Praça Dom Pedro II, Assembléia legislativa, Catedral Metropolitana Nossa Senhora dos Prazeres, com breve parada no antigo morro da Jacutinga, atual mirante de São Gonçalo do Amarante , onde também se localiza a capela com o mesmo nome. Em continuação, observaremos a Praça Floriano Peixoto, a Igreja Bom Jesus dos Martírios, Palácio do Governo, Teatro Deodoro, Academia Alagoana de letras, dentre outros atrativos.

• Inclui visita para compras a centro de artesanato local.

Litoral Sul – Praia do Francês

Passeio a uma das mais belas e badaladas praias do Litoral Sul Alagoano: o verde azulado de suas águas são o mágico tempero que cativa os visitantes. Os recifes suavizam as ondas convidando a um atrativo banho de mar.
Inclui visita a Barra de são Miguel.

• Restaurante com amplo cardápio a base de comidas típicas da região, deleitam os turistas.
• Opcional passeio de barco e opção de Snorkel e scuba dive.


Litoral Sul – Praia do Gunga

Saída com destino a Barra de São Miguel, local onde tomaremos a embarcação. Passaremos por belas paisagens que a Lagoa do Roteiro oferece, desembarcando posteriormente na paradisíaca praia do Gunga, conhecida pela abundancia de seus coqueirais e por sua extraordinária beleza natural, razão pela qual foi eleita pela revista Quatro Rodas entre as dez mais belas praias do Brasil.

• Não inclui passeio de barco + Almoço.
• Dispõe de infra-estrutura para atender aos visitantes. Opção de visita as famosas falésias vivas.

Litoral Sul – Praia do Gunga

Duas Barras pertence ao Município de Jequiá da Praia, localizado no Litoral Sul. Após uma rápida travessia de barco, é possível desfrutar do mágico encanto de uma praia de areias brancas, protegida suavemente por uma barreira de recifes. A poucos passos estão as águas do rio Jequiá, tentação para um delicioso banho nesta parte do paraíso. Sua abundante vegetação nativa nos deleita com a presença de simpáticos sagüis, entre outras espécies características da região. As dunas fixas e falésias esculpidas pela natureza são uma excelente opção para uma caminhada a beira mar.

• Não inclui almoço e travessia de barco.
• O complexo Dunas de Marapé oferece serviço de bar, restaurante com culinária regional

Como chegar:
A AL-101 é a principal rodovia de acesso à capital. Mas também tem acesso pela BR-316 e BR-104.

Distâncias rodoviárias:

* Recife: 266 km
* Aracaju: 283 km
* Salvador: 604 km
* Belo Horizonte: 1.854 km
* Brasília: 1.973 km
* Rio de Janeiro: 2.135 km
* São Paulo: 2.444 km

Telefones úteis:
Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares: 3214-4000
Hospital Santa Casa: 2123-6000
Prefeitura: 3326-5262
Rodoviária: 3221-4615

Gastronomia:
O sururu ou siriri, molusco típico do Nordeste, integra o cardápio da maioria dos restaurantes da capital. Tradicionalmente, deve ser degustado como couvert, entrada, ou como prato principal acompanhando um peixe. Diz a lenda que ele é afrodisíaco e cura as “ressacas” de quem bebeu demais.

 http://www.turismodonordeste.com/maceio.htm

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Alagoas – Dados Gerais

março 6, 2008

Com dimensões territoriais pequenas e proximidade com os Continentes Europeu, Africano e Americano, O Estado do Alagoas é extremamente privilegiado pela natureza. Seu litoral tem 230 km de extensão com praias paradisíacas, algumas ainda virgens, com águas ora esverdeadas, ora azuladas.

Maior produtor de cana-de-açúcar do Nordeste, Alagoas também baseia sua economia no turismo e nos programas da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) para a exploração do sal-gema, além de receber investimentos da Petrobrás para a prospecção e produção de petróleo.

Vez ou outra são descobertos ossos de animais pré-históricos e outros objetos no estado, o que comprova a teoria de que teria sido habitada por dinossauros há milênios de anos.

Dados Gerais:

* Localização: Centro-leste do nordeste brasileiro
* Área: 27.933 km²
* Limites: Sergipe (S), Bahia (SO) e Pernambuco (N e NO) e Oceano Atlântico (L)
* Municípios: 102
* Cidades mais populosas: Maceió, Arapiraca, Palmeira dos Índios, União dos Palmares, Rio Largo, São Miguel dos Campos, Coruripe, Delmiro Gouveia e Campo Alegre
* População: 3.015.912 hab. (IBGE/2005)
* Clima: Tropical
* DDD: 82

Ipojuca – História e Atualidade

março 6, 2008

Em relatos de 1530, os portugueses resgistraram a ocupação do litoral desse município. Ipojuca foi, então, uma das primeiras e mais importantes regiões para o sistema colonial. Em 1560, suas terras férteis e ricas em massapê já começavama a ser exploradas, após a expulsão dos índios Caetés e de outras tribos do litoral sul. E é do termo indígena iapoiuque (água escura) do qual deriva o nome da cidade.

Rapidamente a cultura de cana-de-açúcar se desenvolveu e incentivou a fundação de vários engenhos, que, durante muito tempo, prosperaram. Desse período, Ipojuca guarda pouco. Mas antes da intervenção de qualquer povo, já era bonita por natureza. Os cenários exuberantes servem de colírio para os olhos dos visitantes, que encontram em um só lugar, ilhas, manguezais, cachoeiras, praias e trilhas ecológicas. No decorrer dos anos, o município só foi ganhando cada vez mais graça e beleza.

As igrejas nos ajudam a contar parte da história desse lugar. A Igreja e o convento do Senhor Santo Cristo, por exemplo, datam do século XVII. Em 1639, contudo, os holandeses saquearam o convento e instalaram lá um quartel militar. Com a expulsão dos invasores, o espaço voltou a ter função original. Na igreja, de estilo maneirista, destaca-se o mobiliário antigo. Ao lao direito, fica a Capela dos Milagres, onde estão depositados os mais diversos tipos de ex-votos e um senhor morto em tamanho natural, deitado sob um estandarte de procissão.

As demais edificações religiosas são mais recentes, a maioria do princípio do século passado. A Igreja de Nossa Senhora do Ó é de 1906, e, à sua frente, há um cruzeiro de alvenaria. Já a Igreja de Nossa Senhora da Conceição do Outeiro, em estilo maneirista, destaca-se por estar localizada no Monte do Outeiro, em um mirante natural com altitude média de 90m. Deste ponto, tem-se uma maravilhosa visão das praias de Serrambi, Toquinho e Maracaípe, além de um extenso canavial.

A ilha do Francês está marcada pelo estuário dos rios Tatuoca e Massangana. A vegetação é rasteira, arbustiva de coqueiros. Em alguns trechos, domina a vegetação de mangue em restauração. A praia é balneável, e, na maré baixa, surgem bancos de areia que enfeitam ainda mais. Já na ilha de Tatuoca, também marcada pelo estuário dos dois rios, a vegetação é de mangue bem desenvolvido, de restinga e arbórea. Em outros pontos, prevalecem os coqueiros.

Para os mais aventureiros, as cachoeiras são uma boa pedida. A do Crauaçu nasce de afloramento rochoso por onde corre o rio que dá nome à cidade. Várias corredeiras com diversas quedas surgem ali. Há a formação de piscinas naturais e, em um trecho, percebe-se uma pequena praia. Sua queda principal é de 3m e, em seu retorno, existe uma plantação de cana-de-açúcar. Se o visitante quiser conhecer três atrações de uma vez só, a Cachoeira Furnas dos Holandeses é a mais indicada. Os afloramentos rochosos que compõe o lugar são de beleza peculiar e dão origem a inúmeras piscininhas. Nelas, o banho é uma delícia, mas existem outras opções. As duchas e os escorregos são mais recomendados aos aventureiros, no entanto é preciso ter cuidado, pois alguns espaços são perigosos. Ao redor da cachoeira encontravam-se cavernas formadas por blocos de pedras, denominadas furnas. No interior delas, a visibilidade não é muito boa, mas vale a pena conferir. O terceiro atrativo é o “Neck Vulcânico”, uma chaminé de vulcão extinto localizado no percurso que leva à furna, nas terras da Usina Ipojuca. O “Neck” tem 30m de altura e apresenta textura bem preservada.

Ainda para os amantes da natureza, o Parque Natural Estadual de Suape é parada obrigatória. Com uma área de 1.608ha, a reserva é formada por resquícios de Mata Atlântica e pelas águas da Represa da Utinga. Aves e répteis podem ser observados. Já as trilhas na Mata do Outeiro são ótimas para os adeptos das caminhadas. Realizadas num trecho de mata próxima a Serrambi. Com 2,5km de extensão, as trilhas são rodeadas por uma belíssima e heterogênea vegetação que vai das fruteiras até os arbustos.

Um outro roteiro, não menos interessante, é o dos engenhos. A visita às terras do Gaipó é um passeio imperdível. Esse engenho, um dos mais tradicionais de Pernambuco, ficou famoso durante a Revolução Praieira. Em 1848, foi palco de uma batalha em prol da monarquia. Hojem em perfeito estado de conservação, a Casa Grande, de 1863, mostra a opulência em que viviam os senhores de engenho. O casarão é um importante monumento de traços neoclássicos e um típico solar do século XIX.

Quem entra na Casa Grande tem a impressão de estar voltando no tempo, por causa das mobílias, louças e cristais, todos originais da época. A Capela foi cinstruida em 1853 e usada para cultos esporádicos. Nela, existem algumas imagens antigas de grande valor artístico. Ao visitar esse engenho, outros atrativos merecem atenção, como o rio Gaipó e o morro Pedra Salada, ponto mais alto da região, onde serão construídos um mirante e uma rampa para vôos de asa delta.

O Engenho Canoas também se destaca. Fundado em 1786, pertenceu ao Tenente Cel. Antônio Juvêncio Pires Falcão, líder rebelde da Vila de Nossa Senhora do Ó. É, atualmente, o único da Zona da Mata que ainda fabrica mel e rapadura.

Ipojuca esconde, por tras de cada esquina, histórias mil de um passado longínquo. Na Praça do Baobá, está fincado no chão uma testemunha dos tempos idos. É de um pé de baobá que tem aproximadamente 350 anos e mede 17m de diâmetro. Essa árvore foi trazida pelos africanos na época da escravidão. Para este povo, o Baobá é sagrado, tido como a árvore da vida, porque pode atingir a idade de mil anos ou mais. Também a chamam de árvore-mãe, pois ela dá alimento, água, roupas, material para cobrir cabanas, colam, remédios, abrigo, enfeite e até doces. A lenha não pode ser fornecida porque sua casca é muito úmida e capaz de armazenar grande quantidade de água. A lenda conta que o diabo arrancou a árvore, enfiou os ramos na terra e deixou as raízes para o ar. Assim, muitos a conhecem como árvore de cabeça para baixo.

A culinária do município é apuradíssima. À base de frutos do mar, destaca-se a fritada de caranguejo. Para os mais sofisticados, Ipojuca dispõe de um pólo gastronômico para ninguém botar defeito. Os restaurantes têm especialidades diversas que vão desde comidas tropicais exóticas até a tradicional macaxeira com charque, passando por pizzas, crepes, saladas, churrascos e, claro, peixes. Na praia, é fácil encontrar as cocadas de costumes e outras, não tão comuns, como é o caso das de abacaxi e maracujá. Do caldo de cana e do mel nem é preciso falar, mas a geléia de araçá e os licores de frutas regionais merecem atenção e degustação especial.

Todos esses atrativos já tornariam esse município do ponto de vista turísticos. Mas o melhor ainda está por vir: as praias. Com trechos em mar aberto e outros protegidos por arrecifes, elas representam o ponto alto da cidade.

http://www.turismodonordeste.com/ipojuca.htm

Turismo em Porto de Galinhas

fevereiro 20, 2008

Porto de Galinhas

PORTO DE GALINHAS – O nome “Porto de Galinhas” vem de muito tempo atrás. Era chamada Porto Rico, devido à extração de Pau Brasil. Há 350 anos, após a abolição da escravatura, os negros continuavam sendo escravizados clandestinamente. Desviados de Recife, onde havia fiscalização, os negros desembarcavam nesta praia escondidos em engradados de galinhas-d’angola. A chegada dos escravos na beira mar era anunciada pela senha “Tem galinha nova no Porto!”. Por causa disso, Porto Rico ficou conhecida como Porto das “galinhas”.

Localizada no município de Ipojuca, a aproximadamente 53 km de Recife, Porto de Galinhas é um dos maiores pólos turísticos do litoral sul pernambucano. São 18 km de coqueirais e baobás, piscinas de águas claras e mornas formadas entre corais, estuários e mangues. A Praia de Porto de Galinhas fica bem em frente à vila que conta com uma variedade de restaurantes, bares e lanchonetes onde você pode escolher o que desejar: frutos do mar, sushi japonês, massa italiana ou pratos preparados com molhos de frutas, raízes da região, etc e lojinhas de artesanato local. A galinha em cima do coqueiro é o símbolo da cidade. À esquerda, começa a Praia do Cupe, o cenário escolhido pela maioria das pousadas e hotéis. Na outra direção aparece Maracaípe, reduto de surfistas, local onde, todos os anos, acontece o Circuito Brasileiro de Surf. Dê um pulo também até Muro Alto, onde o acesso é feito através de buggys. É um daqueles lugares paradisíacos: uma grande piscina natural, com 3 km de extensão, areia branca e fina, além da água totalmente transparente. Em Muro Alto as águas calmas são protegidas por um paredão de corais e recheadas de coqueiros. As mais variadas espécies de peixinhos coloridos são encontradas: xiras, caraúnas e saberês.

Uma palavra define Porto de Galinhas: badalação. E não apenas na alta temporada, mas em todos os fins-de-semana do ano. A praia mais famosa do litoral sul de Pernambuco tem 4 km de extensão e impressiona pelo contraste entre as águas azuis-esverdeadas e os recifes de corais. As piscinas naturais, onde na maré baixa é possível vislumbrar peixes de diversas espécies, também são um atrativo. Para chegar até as piscinas (a pé por dentro d’água ou de jangada) é preciso observar os horários das marés: se for de manhã cedo, a pé, será preciso voltar antes da maré subir ou, então, voltar a nado.

Porto possui ampla infra-estrutura de bares, restaurantes, hotéis e pousadas, além de um centrinho, com lojas de artesanato e moda praia. Nas vitrines, será possível ver vários objetos criados com a temática “galinha” (aliás, esculturas de galinhas em palha de coqueiro estão em toda a praia).

Sugestão de passeios:

1. Passeio até Pontal de Maracaípe, com visitação ao mangue, rio e observação de cavalos marinhos.
2. Passeio de jangada até as piscinas naturais.
3. Passeio de buggy.
4. Passeio de ultraleve.

O Balneário oferece passeios de jangadas às piscinas naturais e aos manguezais; passeios de barcos mais equipados ou de catamarã às praias vizinhas como, por exemplo, Carneiros (Tamandaré) ou mesmo à Ilha de Santo Aleixo. Para quem curte o mundo submarino, Porto de Galinhas oferece pontos de mergulho que variam de 12 até 30 metros e onde é possível conhecer diversas espécies marinhas. Aqui você encontrará toda a infra-estrutura necessária para praticar esse esporte. Se você é o tipo de pessoa que gosta de estar perto da natureza está à sua disposição a meditação à beira-mar, calmos passeios entre coqueirais, trilhas, cavalgadas ecológicas, etc.

Uma curiosidade são os repentistas de praia, que sempre aparecem cantando em troca de algum trocado. O charme da região também está nos passeios por alguns pontos turísticos, tais como: visita a Igreja de Santo Cristo e do Outeiro, que oferece uma vista cinematográfica do Cabo de Santo Agostinho até o Cabo de Santo Aleixo e conhecer o Convento de Santo Antônio. Algumas dicas para conhecer melhor os costumes dos moradores da região são: passear pela vila de pescadores; visitar as lojas de artesanato; saborear a culinária local; experimentar os mais variados sucos ou coquetéis de frutas tropicais e uma visita ao Engenho Canoas, que fabrica, até hoje, a rapadura – tipo de doce em barra que tem a cana-de-açúcar como matéria-prima.

Quem chega a Porto de Galinhas, certamente, ouve comentários sobre o baobá gigante – uma árvore que se encontra no distrito de Nossa Senhora do Ó, a cerca de 9 quilômetros do balneário. A árvore foi plantada no local pelos escravos vindos da África, seu tronco é tão grosso que para abraçá-lo só com cerca de 20 pessoas.

Todos os anos, o balneário torna-se um verdadeiro berçário de tartarugas marinhas, pois vários exemplares vão ao local no período de desova que começa no mês de setembro e vai até março. Os ninhos ficam localizados entre a região do Pontal de Maracaípe até a praia de Muro Alto.

Enfim, é conhecida por ser um verdadeiro cartão postal e de deixar qualquer turista encantado.

.: Porto de Galinhas, a aquarela do Brasil

Azul turquesa, tons de verde cristalino, cardumes coloridos em um branco translúcido. Não, esta não é a descrição da aquarela de um artista plástico: é o retrato fiel da imensa tela em tamanho natural do grande aquário multicolorido, que se chama Porto de Galinhas. São quilômetros de areias finas que hospedam piscinas no mar de arrecifes e até pequenas colônias de corais.

Os nativos pescadores locais são visitados durante todo o ano por turistas famosos e curiosos anônimos que agitam a cidade. Apenas a uma hora de Recife, percorridos em 64 km pelo sul de Pernambuco, entre dunas, coqueiros e uma imensidão de céu e mar, chegamos ao paraíso das águas.

.: Dicas Quentes

Piscinas naturais, praias boas para surfe, uma boa estrutura de hotéis e agito noturno atraem turistas para a vila o ano todo. A praia mais central é o Pontal de Maracaípe têm trechos calmos para banho. Maracaípe e Cupe são mais procuradas pelos surfistas. Para conhecer a maior parte das praias faça um passeio de buggy.

Circulação: Restaurantes, lojas e algumas pousadas ficam na vila, onde é fácil de se locomover a pé. A praia vizinha, Cupe, tem hotéis entre a orla e a estrada que leva à vila. O acesso para Maracaípe é por 3 km de terra, menos movimentada, fica a 8 km de estrada de terra (evite em períodos chuvosos) ou 53 km pelo asfalto.

Saiba antes de ir: Congestionamento em Porto de Galinhas são comuns na temporada. As outras praias são mais tranquilas, mas exigem carro para locomoção até a vila. O passeio de jangada só é feito na maré baixa – pergunte os melhores horários nos hotéis.

.: Um convite: Não é à toa que fomos eleitos, pelo 5º ano consecutivo, como a melhor praia do Brasil. São 18 quilômetros de litoral, que reúnem praias desertas e urbanas com águas mornas e transparentes, onde o mar se transforma em piscinas. Em cada canto desse paraíso, podemos descobrir e comprovar como a natureza nos foi generosa. Aqui tudo fica perto e, assim, não é mera coincidência encontrar conhecidos ou até mesmo receber aceno de alguém que nunca vimos. De dia, podemos caminhar na areia, surfar, mergulhar, andar de bugre, jet ski, jangada, fazer trilha, bicicleta, cavalo, kite surfe ou simplesmente não fazer nada e “pegar” uma rede. De noite, nem pensar em dormir com as galinhas…Nada como uma caminhada para visitar as lojas de artesanato, que ficam abertas até altas horas, sentar num bar para tomar um chop gelado ou caipirinha de frutas, especialidade da região, e depois esticar nas festas locais. Reunindo o charme de uma vida de pescador, Porto de Galinhas é um estado de espírito. Sejam bem-vindos, estamos todos de braços abertos.

.: Porto de Galinhas: Localizada no município de Ipojuca, a 60 Km do Recife, é a praia mais badalada do Brasil e a mais visitada de todo o litoral nordestino. E não é para menos, pois além de ser um verdadeiro espetáculo para os olhos, ela possui uma excelente localização, ficando situada bem no centro da vila de pescadores. É neste local, que os turistas encontram as famosas piscinas naturais de águas mornas e claras, além de uma grande variedade de peixinhos coloridos.
É exatamente na praia de Porto de Galinhas que ocorrem os tradicionais passeios de jangada, onde os visitantes podem manter contato direto com a natureza e conhecer mangues em perfeito estado de conservação. O local também conquistou muitos simpatizantes, graças aos bares e aos restaurantes que possuem uma gastronomia regional diferenciada e de ótima qualidade. É em Porto de Galinhas que também se localizam os pontos comerciais mais movimentados da região, onde são oferecidos os mais diversificados serviços.

.: O cenário perfeito

Imagine entrar em uma jangada com destino às piscinas naturais? O percurso até as piscinas é pequeno, são somente 200 metros. Você pode ir nadando, mas todos preferem a comodidade da jangada.

Os jangadeiros levam pequenos pedaços de pão para alimentar os famintos e sociáveis peixinhos coloridos que vêm até você. O passeio inclui máscaras e snorkel, para que você não perca nenhum detalhe. As espécies são variadas: xiras, caraúnas e saberês, que podem lhe acompanhar pelas águas mornas em um nado livre. O passeio dura em torno de 2h e custa R$ 8,00 por pessoa.

Pela cor das águas destas praias você pensa que está no Caribe. São 18 km de imensos coqueiros e baobás (árvores africanas com mais de 350 anos, trazidas pelos escravos) que embriagam os sentidos de todos que passam por aqui. A Praia de Porto de Galinhas (onde estão as piscinas) fica bem em frente à vila (centro). À esquerda, começa a Praia do Cupe, o cenário escolhido pela maioria das pousadas e hotéis. Na outra direção aparece Maracaípe, reduto de surfistas atraídos pelas ondas agitadas, local, onde todos os anos, acontece o Circuito Brasileiro de Surf. Se a intenção for relaxar e curtir a preguiça em uma praia deserta, dê um pulo até Muro Alto, onde o acesso é feito através de buggys. Muro Alto é um daqueles lugares paradisíacos que nunca mais se esquece: uma grande piscina natural, com 3 km de extensão, areia branca e fina, além da água totalmente transparente.

Na praia, um único quiosque serve bebidas e aperitivos. Lá, podem ser alugados jet-skis, pois há uma raia apropriada para eles. Que tal ver tudo isto de cima? Dê uma volta de ultraleve sobre os arrecifes. Imperdível.

.: A vila de Porto de Galinhas

A vila conta com vários restaurantes e lojinhas de artesanato local. O bom é andar à pé e curtir os ares do pequeno vilarejo.

Por ser uma vila de pescadores, a melhor pedida da cozinha de Porto de Galinhas são os frutos do mar. Delicie-se com a gula nos pratos do badalado restaurante Beijupirá, decorado pela artista plástica Adriana Didier. Quer uma dica? Que tal um Camarão Canavial (pitu com molho de mel de engenho e alecrim, arroz e aipim palha) ou Lagostanga (lagosta na manteiga com salsinha, fatias de manga grelhadas e arroz de aipo), seguido de uma suculenta Castanhola (banana flambada no conhaque com queijo coalho)? Deu água na boca? Isto se deve ao talento do cozinheiro Tadeu Lubambo.

Para um almoço bem caseiro após a praia, tente o Barcaxeira. Na praia, vários quiosques servem bebidas, peixes e camarões. Peça para ver o chamado cardápio ao vivo, onde o vendedor traz numa bandeja uma amostra do que há no cardápio. Outra curiosidade são os repentistas de praia, que sempre aparecem cantando em troca de algum trocado.

.: Retrato Histórico

O charme da região também está nos passeios por outros pontos turísticos: visite a Igreja de Santo Cristo e do Outeiro, que oferece uma vista cinematográfica do Cabo de Santo Agostinho até o Cabo de Santo Aleixo e conheça o Convento de Santo Antônio. Outra parada obrigatória é o Engenho Canoas, que, mesmo construído há mais de 100 anos, continua produzindo mel de engenho e rapadura. Mais ao sul, vá a Tamandaré e Carneiros. Carneiros é tudo aquilo que a gente vê nas fotos e pensa que não existe. São milhares de coqueiros na beira da praia formando um visual paradisíaco. Para almoçar, Carneiros conta com apenas dois restaurantes na praia, que só abrem durante a baixa estação nos finais de semana.

Aqui não há espaço para a ira ou avareza, mas a luxúria te espera. Onde o mar e céu se encontram, o azul é muito mais azul. O orgulho de viver e desfrutar desta natureza está nítido no rosto de cada morador, tão nítido como a gama de cores que se mesclam no final de tarde desta aquarela do Brasil.

.: Destaque – Principais praias do litoral:

Gamboa – Praia com piscinas naturais e vegetações de mangue. O acesso à praia é feito de bugue ou a pé através de outra praia, a de Muro Alto.

Muro Alto – Praia muito bonita e boa para banho, com piscina natural de três quilômetros de extensão (foto). Acesso de bugue ou a pé por estrada de terra pela Praia do Cupe.

Cupe – Praia extensa (4,5km em praia ondulada) marcada por paisagem variada: densos coqueirais, arrecifes que formam piscinas naturais e também, casas de veraneio e hotéis. Boa para banho de mar.

Maracaípe – Praia movimentada principalmente por surfistas. A ondulação chega a 2 metros de altura. Campeonatos nacionais e internacionais de surf acontecem na praia. No pontal, o rio Maracaípe desemboca no oceano. Nas margens, há vegetação de mangue.

Enseadinha – Paisagem marcada por mangues, recifes, areia fina e coqueirais. A entrada dos visitantes é controlada por condomínio.

Serrambi – Praia com faixa média de areia e mar de águas calmas. O mar de Serrambi agora está sob a mira dos caça-tesouros. Após quase 300 anos, uma das maiores preciosidades portuguesas pode estar naufragada na região. Em 1726, a fragata Santa Rosa teria afundado no litoral sul pernambucano com uma carga de ouro avaliada entre R$ 1 bilhão e R$ 1,5 bilhão. Enquanto mergulhava, o empresário Homero Lacerda encontrou destroços da embarcação com características semelhantes às do navio português.

Cacimbas – Praia boa para banho nas marés baixas. Tem uma larga faixa de areia e formação rochosa de 1,5 km de extensão.

Toquinho – Praia de difícil acesso, ondas fortes e recifes.

.: Principais passeios com saida de Porto de Galinhas:

Porto de Galinhas – Buggy

Passeio de buggy em Porto de Galinhas – Praias da Gâmboa, Muro Alto e Porto de Galinhas (passeio às piscinas de jangada e almoço opcional), Maracaípe e Pontal de Maracaípe. Esse passeio tem saída às 08 horas e retorna no final da tarde. O bugueiro ficará à sua disposição. Passeio para 04 pessoas.

Praias do Cabo de Santo Agostinho – Buggy

Passeio de buggy para o Cabo de Santo Agostinho, Calhetas,Paraíso, Pedra do Xaréu e Gaibu. Esse passeio tem saída às 08 horas e retorna no final da tarde. O bugueiro ficará à sua disposição. Passeio para 04 pessoas.

City-tour Recife e Olinda – Taxi

Passeio de carro com ar para Recife e Olinda. Visitarão os Casarios antigos, Mercado de São José, Shopping Recife, Boa Viagem, Recife Antigo, Casa da Cultura. Esse passeio tem saída às 08 horas e retorna no final da tarde. O motorista-guia ficará à sua disposição. Passeios para 04 pessoas.

Maragogi-AL – Taxi

Passeio de carro com ar para a praia de Maragogi – AL – Ponta do Mangue, Passeio às Piscinas (opcional) de Catamarã. Esse passeio tem saída às 08 horas e retorna no final da tarde. O motorista-guia ficará à sua disposição. Para este passeio é necessário verificar o nível da maré, para sair no horário correto para fazer o passeio. Passeio para 04 pessoas.

Tamandaré – Praias dos Carneiros – Taxi

Passeio de carro com ar para a Praia de Tamandaré, Praia dos Carneiros , Cachoeira, Praia do Forte. Esse passeio tem saída às 08 horas e retorna no final da tarde. O motorista ficará à sua disposição. (opcional com o Resort Maragogi) – Passeio para 04 pessoas.

Itamaracá – Taxi

Passeio de carro com ar para a Ilha de Itamaracá. Esse passeio tem saída às 08 horas e retorna no final da tarde. O motorista ficará à sua disposição. Passeio para 04 pessoas.

Veneza Water Park – Praia de Maria Farinha – Taxi

Passeio de carro com ar para o Veneza Water Park. Esse passeio tem saída às 08 horas e retorna no final da tarde. O motorista ficará à sua disposição. Ao chegar no park, terão que adquiri o ticket para ingresso. Passeio para 04 pessoas.

Caruaru – Taxi

Arte em barro, couro corda e todas belezas naturais e costumes do povo do agreste Pernambucano. Você vai ter um dia inteiro para conhecer Caruaru, a Capital do Forró, 130 km a oeste de Recife. Sua feira de artesanato, reconhecida pela UNESCO como o maior centro de artes figurativas das Américas, é um ponto que certamente vai tornar inesquecível seu passeio. Os bonecos de barro – herança do grande mestre Vitalino – são ótimos souvenirs para sua viagem. Após Caruaru, visitaremos o teatro de Nova Jerusalém, em Fazenda Nova, município de Brejo da Madre de Deus, onde todos os anos durante a Semana Santá é encenada a peça da Paixão de Cristo.

.: Importante:

– Todos os passeios são de dia inteiro (exceto o passeio de buggy ponta-a-ponta de duas horas) e não incluem refeições, ingressos em parques etc.

– Opcionais saindo de pousadas e hotéis em Porto de Galinhas.

– Opção de passeios com Dobló, Zafira, Vans, Micro e Ônibus.

.: Como chegar:

De carro – Para chegar às praias do município de Ipojuca, siga pela BR 101 – Sul e pegue a PE-60. Ipojuca fica a 47 Km do Recife.

De Táxi – Temos o serviço de transfer para Porto de Galinhas em veículos coma ar-condicionado, vans, micro e ônibus. Consulte-nos sobre valores.

Distâncias
Brasília (DF) 2197 Km
Belo Horizonte 2134 Km
São Paulo 2786 Km
Curitiba 3104 Km
Rio de Janeiro 2397 Km
Florianópolis 3425 Km
Porto Alegre 3814 Km
Montevideo 4787 Km
Buenos Aires 4856 Km
Recife 65 Km
Salvador 870 Km
Fortaleza 799 Km
João Pessoa 2410 Km

.: Principais Resorts, Hotéis e Pousadas:

Resorts: Nannai Beach Resort – Summerville Beach Resort – Beach Class – Enotel.

Hotéis: Hotel Solar – Marupiara Hotel – Armação de Porto – Hotel Village – Pontal de Ocaporã – Marupiara Suítes – Marulhos Flat – Dorisol.

Pousadas: Eco Porto – Canto do Mar – Pousada Marahú – Pousada do Galo – Pousada Lusitana – Pérola do Porto – Senzala do Porto.

Mais informações: http://www.turismodonordeste.com

A vila de Porto de Galinhas.

janeiro 31, 2008

A vila conta com vários restaurantes e lojinhas de artesanato local. O bom é andar à pé e curtir os ares do pequeno vilarejo.

Por ser uma vila de pescadores, a melhor pedida da cozinha de Porto de Galinhas são os frutos do mar. Delicie-se com a gula nos pratos do badalado restaurante Beijupirá, decorado pela artista plástica Adriana Didier. Quer uma dica? Que tal um Camarão Canavial (pitu com molho de mel de engenho e alecrim, arroz e aipim palha) ou Lagostanga (lagosta na manteiga com salsinha, fatias de manga grelhadas e arroz de aipo), seguido de uma suculenta Castanhola (banana flambada no conhaque com queijo coalho)? Deu água na boca? Isto se deve ao talento do cozinheiro Tadeu Lubambo.

Para um almoço bem caseiro após a praia, tente o Barcaxeira. Na praia, vários quiosques servem bebidas, peixes e camarões. Peça para ver o chamado cardápio ao vivo, onde o vendedor traz numa bandeja uma amostra do que há no cardápio. Outra curiosidade são os repentistas de praia, que sempre aparecem cantando em troca de algum trocado.

O cenário perfeito

Imagine entrar em uma jangada com destino às piscinas naturais? O percurso até as piscinas é pequeno, são somente 200 metros. Você pode ir nadando, mas todos preferem a comodidade da jangada.

Os jangadeiros levam pequenos pedaços de pão para alimentar os famintos e sociáveis peixinhos coloridos que vêm até você. O passeio inclui máscaras e snorkel, para que você não perca nenhum detalhe. As espécies são variadas: xiras, caraúnas e saberês, que podem lhe acompanhar pelas águas mornas em um nado livre. O passeio dura em torno de 2h e custa R$ 8,00 por pessoa.

Pela cor das águas destas praias você pensa que está no Caribe. São 18 km de imensos coqueiros e baobás (árvores africanas com mais de 350 anos, trazidas pelos escravos) que embriagam os sentidos de todos que passam por aqui. A Praia de Porto de Galinhas (onde estão as piscinas) fica bem em frente à vila (centro). À esquerda, começa a Praia do Cupe, o cenário escolhido pela maioria das pousadas e hotéis. Na outra direção aparece Maracaípe, reduto de surfistas atraídos pelas ondas agitadas, local, onde todos os anos, acontece o Circuito Brasileiro de Surf. Se a intenção for relaxar e curtir a preguiça em uma praia deserta, dê um pulo até Muro Alto, onde o acesso é feito através de buggys. Muro Alto é um daqueles lugares paradisíacos que nunca mais se esquece: uma grande piscina natural, com 3 km de extensão, areia branca e fina, além da água totalmente transparente.

Na praia, um único quiosque serve bebidas e aperitivos. Lá, podem ser alugados jet-skis, pois há uma raia apropriada para eles. Que tal ver tudo isto de cima? Dê uma volta de ultraleve sobre os arrecifes. Imperdível.

Mais informações: www.turismodonordeste.com/

Porto de Galinhas

 

Porto de Galinhas – História e Origem do Nome.

janeiro 31, 2008

Segundo a história, antes de receber o atual nome, a praia de Porto de Galinhas chamava-se “Porto Rico”, até que a partir de 1850 começasse a aportar na área navios, trazendo escravos contrabandeados da África para trabalhar no cultivo da Cana-de-açúcar, os mesmos, vinham nos porões encobertos por engradados de galinhas D’angola, prato predileto dos senhores de engenho (Corte). Assim sendo, a tripulação dos navios e os escravistas em terra, criaram uma senha com uma palavra chave para anunciar a chegada de mais escravos. O brado era dado da seguinte forma: “Tem galinha nova no porto”. A palavra “nova” era a chave que significava uma nova remessa de escravos, por causa desses acontecimentos, o lugar ficou conhecido como Porto de Galinhas, que hoje é o maior pólo turístico do litoral pernambucano.

O nome “Porto de Galinhas” vem de muito tempo atrás. Era chamada Porto Rico, devido à extração de Pau Brasil. Há 350 anos, após a abolição da escravatura, os negros continuavam sendo escravizados clandestinamente. Desviados de Recife, onde havia fiscalização, os negros desembarcavam nesta praia escondidos em engradados de galinhas-d’angola. A chegada dos escravos na beira mar era anunciada pela senha “Tem galinha nova no Porto!”. Por causa disso, Porto Rico ficou conhecida como Porto das “galinhas”.

Mais informações: www.turismodonordeste.com/

Porto de Galinhas